
O sol chegou e me invadiu a casa,
varri a areia pra debaixo do tapete do mar,
deixei balançar a onda,
cadenciei meu passo em cada pegada,
soltei meu verbo no silêncio,
as palavras no descanso que o amor tem,
e me preparei pra fotografar a alma.
Essa revelação sim,
essa faço só pra mim...
5 comentários:
"O cigarro acabou e me ensinou o macete, de jogar as cinzas sob o tapete"
Revela o que é relevante
E adiante vai...
"...onda após onda após onda
o barco ainda flutua..."
Conjuga o verbo no "infinito" do gerúndio...
Pois amando, sabendo, evoluindo...
Faz-se teu ser
Digamos assim: engoliu à seco para lavar a alma... naufragou, logo a seguir respirou e ao levantar a cabeça avistou novas terras... acabei aprendendo com a cartografia o prazer de me perder, o prazer de desejar sempre a liberdade, seja qual for os cursos da água... Para finalizar, beijo em teu coração... Vou bem entre minhas loucuras e as fotografias amareladas que ainda guardo. Vejo o futuro com bons olhos e o amor parece que floresce, logo posso colhê-lo... ou não... Infinitamente eu me permito parar de vez em quando... nesse momento, ai eu ando... Beijo Mana... teu blog é lindo demais...
Belo renascer ao sol...as borboletas douram as asas;)
bjos azuis!
"O tempo parou...
Feito fotografia...
Amarelou tudo o que não se movia...
O tempo passou...
Claro que passaria...
Como passam as vontades que voltam n'outro dia..." (hg)
Lindo!!!... como tudo que tu carrega nessa alma de Poeta... Bjs pra ti. Morena.
Postar um comentário